sábado, 31 de maio de 2008

Especialistas dissecam o tema Gestão Ambiental, em Santos

Maurici de Oliveira










Da direita para a esquerda, Alexandra Sofia Grota (Codesp), Flávio Rodrigues Corrêa (PMS), Ícaro da Cunha (Unisantos), Paulo S. Fonseca (Cetesb), Arnaldo Yazbek Jr(Enterpa) e Ingrid Öberg (Ibama)

Enquanto o entrosamento entre os órgãos intervenientes é a principal virtude, a necessidade de planejar desenvolvimento econômico do ponto de vista ambiental é o grande desafio nestes 200 anos da abertura dos portos. Estas e outras verdades vieram à tona ontem (29), durante discussão sobre Gestão Ambiental, dissecada por especialistas dentro do terceiro módulo da série de entrevistas especiais, coletivas e públicas, 200 Anos dos Portos – Um diálogo aprofundado.

A realização da Revista Santos Modal, com patrocínio de Católica Unisantos e CCPU -Tratamento Fitossanitário, foi prestigiada por um elenco de técnicos e acadêmicos de alta estirpe, que deram um ar solene ao registro histórico, objetivo da série de entrevistas. Alexandra Sofia Grota, superintendente de Qualidade, Meio Ambiente e Normatização da Codesp, detalhou as várias frentes de trabalho da superintendência e as atividades do setor portuário que mais impactam o meio ambiente. Confirmou a intenção do Porto de Santos em aprofundar o canal para até 15m. A partir desta profundidade, afirmou que seriam necessários estudos que incluam "reforço de cais". Criticou a falta de pessoal e recursos dos órgãos ambientais, mas garantiu que há avanços significativos na gestão ambiental do Porto de Santos.

O secretário de Meio Ambiente de Santos, Flávio Rodrigues Corrêa, falou sobre a primeira unidade de conservação ambiental, criada como medida compensatória da construção do projeto Embraport, no lado esquerdo do Porto de Santos. Sobre área na Alemoa que abrigou o extinto lixão da Codesp, disse que a intenção no momento, de acordo com Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público, é a remediação ambiental da área contaminada. Posteriormente, nada impedirá que se altere a lei atual, mediante projeto enviado à Câmara, para permitir a construção de um terminal no local. Sobre organismos invasores que viajam a bordo de navios, revelou uma curiosidade: a primeira delas é possivelmente a árvore da espécie Chapéu de Sol que hoje povoa todo o litoral, tendo chegado ao Brasil na forma de sementes, na areia de lastro das primeiras embarcações. Hoje é utilizado água como lastro.

Ícaro da Cunha, doutor em Saúde Ambiental, professor de Política Ambiental do Mestrado em Gestão de Negócios da Universidade Católica de Santos, ex-secretário-adjunto de Meio Ambiente do Estado, foi o mais enfático sobre a necessidade de se planejar a Gestão Ambiental no País. Para ele, os rumos do crescimento devem ser discutidos com todos os atores sociais e definidos com foco ambiental. A tendência, segundo disse, é ter portos e empresas mais corretos ambientalmente a cada dia. Citou que, pelo fato de não se planejar antecipadamente, na hora do licenciamento acaba-se tendo de se planejar forçosamente. "Licenciamento ambiental é conflitivo porque não se planeja e na hora de licenciar, se está correto, o proponente tem o direito ao licenciamento, se está errado, o poder concedente não pode dar o licenciamento. Não há margem para negociar". Evidenciou a necessidade do controle de pragas invasoras e considerou o aumento da demanda ambiental ao aumento do volume do comércio exterior.

Paulo Sérgio Fonseca, gerente da Cetesb em Santos, esclareceu sobre os limites da retirada de sedimentos na dragagem atual, abordou o licenciamento e competências da agência ambiental. Ingrid Furlan Öberg, chefe do Escritório Regional do IBAMA em Santos definiu como difícil a fase de transformações atuais do Instituto. Respondeu sobre água de lastro, mostrando a dificuldade em fiscalizar, explicou as competências do Ibama quanto a licenciamento e afirmou que, pelo menos em Santos, União, Estado e o porto têm atuado em regime de mútua colaboração. "Na região, nós temos algo muito positivo que é a integração e a parceria com os diversos atores para tentar buscar soluções. Temos muito que fazer, estamos só engatinhando, mas pelo menos começamos esta discussão. Realizamos um seminário no ano passado, o professor Ícaro acompanhou. Na Codesp, a Alexandra tem se empenhado para colocar a Gestão Ambiental em pauta, a Prefeitura tem uma Secretaria de Portos, temos um relacionamento muito bom com a Cetesb, para trabalhar em conjunto. Apesar de todo o passivo que recebemos, temos que trabalhar para deixar uma herança melhor para as futuras gerações", disse.

O diretor de obras Arnaldo Yazbek Jr, da Enterpa Engenharia, uma das empresas responsáveis pela dragagem em Santos, disse que considera morosos os processos de licenciamento. Afirmou que é positiva a realização da dragagem por meio de concorrência internacional, proposta pelo Governo Federal, e que não há construção de dragas no país, além da dificuldade para encomenda e aquisição de equipamentos no mercado internacional.

O projeto tem apoio da Agência Metropolitana - AGEM, Associação Comercial de Santos, Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados - ABTRA, Fundação Arquivo e Memória – FAMS, Secretarias de Cultura e de Assuntos Portuários da Prefeitura de Santos, www.imagensaereas.com.br, Jornal da Orla, Codesp e Secretaria Especial dos Portos - SEP.(Na foto, Marcos Paulo e Marcelo Elias, ao piano)














Veja na Revista Santos Modal
Veja no Jornal da Orla

terça-feira, 27 de maio de 2008

Gestão Ambiental reúne especialistas na série 200 Anos dos Portos













O projeto 200 anos dos Portos – Um diálogo aprofundado, com o objetivo de inserir o Porto de Santos nas comemorações pelo bicentenário da abertura dos portos, tem a sua terceira edição nesta quinta-feira (29), em Santos. Dentro do tema da noite, Gestão Ambiental, estarão à disposição para responder perguntas da Imprensa as seguintes personalidades:


Flávio Rodrigues Corrêa
Secretário de Meio Ambiente da Prefeitura de Santos, é engenheiro civil pela Faculdade de Engenharia FAAP, com especializações em Saneamento Básico pela Faculdade de Saúde Pública da Unisanta, e em Administração de Empresas pela Fundação Lusíada. Atuou como engenheiro da Sabesp de 1.973 a 1.994, em Operação, Projetos e Obras. Foi coordenador na empresa privada Estudos Técnicos e Projetos ETEP, e chefe de Departamento de Saneamento Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente da PMS, assessor da Secretaria de Planejamento, diretor de Planejamento e Projetos e Administrativo e Financeiro da CET Santos. É professor de Saneamento Básico em curso de graduação em Engenharia Civil, em Santos.

Icaro da Cunha
Sociólogo, doutor em Saúde Ambiental, é professor de Política Ambiental do Mestrado em Gestão de Negócios da Universidade Católica de Santos. Foi secretário adjunto de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e é líder do grupo de Pesquisa em Gestão Ambiental na Costa, Portos e Sustentabilidade.

Paulo Sérgio Fonseca
Técnico em Química pelo Colégio do Carmo, em 1985, formou-se engenheiro químico pela FEI - Faculdade de Engenharia Industrial, em 1990. Tem especialização em Engenharia de Controle de Poluição pela Faculdade de Saúde Pública da USP, concluído em 1994. É agente credenciado para fiscalização na Diretoria de Controle de Poluição da CETESB, desde 1992, tendo atuado na Grande São Paulo, até 1998, e em Cubatão, até 2005. A partir desse ano exerce o cargo de Gerente da CETESB em Santos.

Ingrid Maria Furlan Öberg
Formada em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo – USP, pela qual é também especialista em Ciências Ambientais, possui experiência profissional na área de Turismo Sustentável, Turismo Ecológico e Consultoria Ambiental, foi assistente no acampamento de refugiados políticos de Mjällom/Suécia (1987) e professora universitária na UNIFIEO e FIB, nos cursos de turismo ecológico e turismo sustentável (1999/2002). Representou as ONGs da Baixada Santista no Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) em 1998/99 e atualmente é chefe do Escritório Regional do IBAMA em Santos.

Arnaldo Yazbek Jr
Engenheiro civil pela Universidade Mackenzie, o executivo da Enterpa Engenharia está há 20 anos na companhia, na qual exerce o cargo de diretor de obras.

200 Anos dos Portos - Um diálogo aprofundado
Série de entrevistas coletivas e públicas com formadores de opinião na cadeia logística portuária.
Realização: jornalista Maurici de Oliveira e Revista Santos Modal
Terceira edição - Gestão Ambiental - 29/5/2008 - 20h00
Espaço Cultural Frontaria Azulejada, R. do Comércio, 96
Centro Histórico de Santos

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Enterpa participará da série 200 Anos dos Portos

Terceiro módulo focará Gestão Ambiental e tem a presença confirmada de IBAMA, CETESB e Secretaria Municipal de Meio Ambiente

A Enterpa, empresa que atua em diversos setores, incluindo a dragagem, estará na terceira edição da série de entrevistas especiais, 200 Anos dos Portos - Um diálogo aprofundado, em 29 de maio, 20h00, Centro Histórico de Santos. Este é o terceiro módulo da série, com o tema Gestão Ambiental, e já estão confirmadas as presenças de representantes do IBAMA, CETESB e da Prefeitura de Santos. O evento consiste numa coletiva de imprensa aberta à comunidade e visa inserir o Porto de Santos nas comemorações pelo bicentenário da abertura dos portos. Em dois módulos anteriores estiveram em foco o histórico do porto e sua evolução tecnológica.

Este encontro, em forma de talk show, permitirá ouvir a opinião dos órgãos reguladores e fiscalizadores estatais. A Enterpa contribuirá com a visão da iniciativa privada. A companhia, criada em São Paulo, há 50 anos, tem diversificada atuação, envolvendo construções que demandam licenciamento ambiental, como dragagem marítima e fluvial. Falará pela empresa o diretor-executivo Arnaldo Yazbek Júnior.

Também estão confirmados, pelo IBAMA, a chefe do escritório em Santos, Ingrid Öberg, e pela CETESB, a agência paulista de controle ambiental, o gerente em Santos, Paulo Sérgio Fonseca. A Prefeitura de Santos confirma a presença do secretário de Meio Ambiente, Flávio Rodrigues Correa.

200 Anos dos Portos – Um diálogo aprofundado é um talk show com formadores de opinião na cadeia logística portuária. A concepção é do jornalista Maurici de Oliveira, realizada em parceria com a Revista Santos Modal (www.santosmodal.com.br). A série (mensal) teve estréia em 27 de março. Participaram Agnes Barbeito (Tecondi/ABTRA/ABTTC), Léo Tadeu Robles (Unisantos), Sérgio Aquino (Seport-Santos) e Paulino Moreira (Codesp).

O segundo módulo, Evolução Tecnológica, em 24 de abril, teve Akiyoshi Omizu (Alfândega de Santos), Gustavo Costa, (Hamburg Süd – Aliança), José Roberto Campos (CAP/FIESP/ABTRA), Eduardo Ennis (Hipercon), e Getúlio Akabane (Unisantos).

O módulo Gestão Ambiental permitirá abordar dragagem, licenciamento ambiental, gerenciamento de risco, prontidão em resposta ambiental, competências, entre outros assuntos. Esta edição tem o patrocínio de Católica Unisantos - Universidade com Qualidade e CCPU - Controle de Pragas e Tratamento Fitossanitário. A promoção recebe apoio da Agência Metropolitana - AGEM, Associação Comercial de Santos, Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados - ABTRA, Fundação Arquivo e Memória – FAMS, Secretarias de Cultura e de Assuntos Portuários da Prefeitura de Santos, www.imagensaereas.com.br, Jornal da Orla, Codesp e Secretaria Especial dos Portos - SEP.

terça-feira, 6 de maio de 2008

200 Anos dos Portos: Cetesb confirma presença

Terceiro módulo, em 29 de maio, abordará Gestão Ambiental e recebe confirmação da agência ambiental paulista

A CETESB em Santos estará representada na terceira edição do projeto 200 Anos dos Portos – Um diálogo aprofundado, em 29 de maio, 20h00, à Rua do Comércio, Centro Histórico de Santos. A série de entrevistas especiais, coletivas e públicas – talk show - já abordou Histórico, Evolução Tecnológica e coloca em pauta na próxima edição Gestão Ambiental. O gerente da agência paulista de controle ambiental, Paulo Sérgio Fonseca, confirmou nesta segunda-feira (5) a participação no evento. Além de CETESB e IBAMA, com presenças já confirmadas, estão sendo convidados órgãos intervenientes à dragagem e licenciamento, tanto na esfera estadual quanto municipal.

200 Anos dos Portos – Um diálogo aprofundado visa inserir o Porto de Santos nas comemorações pelo bicentenário da abertura dos portos ao comércio internacional e colocar os atores da cadeia logística portuária em contato com a comunidade. Nesta edição será possível falar de dragagem, licenciamento ambiental, gerenciamento de risco, prontidão em resposta ambiental, entre outros assuntos.

A realização é da Revista Santos Modal, em parceria com o jornalista Maurici de Oliveira. A série (mensal) teve estréia em 27 de março. Participaram Agnes Barbeito (Tecondi/ABTRA/ABTTC), Léo Tadeu Robles (Unisantos), Sérgio Aquino (Seport-Santos) e Paulino Moreira (Codesp).

O segundo módulo, Evolução Tecnológica, foi realizado em 24 de abril, com a participação de Akiyoshi Omizu (Alfândega de Santos), Gustavo Costa, (Hamburg Süd – Aliança), José Roberto Campos (CAP/FIESP/ABTRA), Eduardo Ennis (Hipercon), e Getúlio Akabane (Unisantos).

O módulo Gestão Ambiental tem patrocínio de Católica Unisantos - Universidade com Qualidade e CCPU - Controle de Pragas e Tratamento Fitossanitário. A promoção recebe apoio da Agência Metropolitana - AGEM, Associação Comercial de Santos, Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados - ABTRA, Fundação Arquivo e Memória – FAMS, Secretarias de Cultura e de Assuntos Portuários da Prefeitura de Santos, www.imagensaereas.com.br, Jornal da Orla, Codesp e Secretaria Especial dos Portos - SEP. Contato e participação: contato@200anosdosportos.com.br www.santosmodal.com.br (13) 2202 8070

Cobertura Jornalística do Porto de Santos

sexta-feira, 2 de maio de 2008

CCPU adere ao projeto 200 Anos dos Portos

Terceiro módulo tratará de Gestão Ambiental e já tem a presença confirmada do Ibama

A CCPU Controle de Pragas e Tratamentos Fitossanitários acaba de aderir ao projeto 200 Anos dos Portos – Um diálogo aprofundado, série de entrevistas coletivas e públicas a fim de inserir o Porto de Santos nas comemorações pelo bicentenário da abertura dos portos. A empresa é patrocinadora do terceiro módulo, Gestão Ambiental, ao lado de Católica Unisantos. A terceira edição será realizada em 29 de maio, no Espaço Cultural Frontaria Azulejada, à Rua do Comércio, 96, no Centro Histórico de Santos, e pretende abordar dragagem, licenciamento, gerenciamento de risco, prontidão em resposta ambiental, entre outros temas. A presença do IBAMA já está confirmada.

Para a CCPU, a realização do evento é oportuna, uma vez que coincide com o aniversário de dez anos da companhia. Criada em São Paulo, em 1998, a empresa se instalou em Santos, de onde cresceu e hoje mantém escritórios no Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Santa Catarina. “A data está relacionada com o crescimento da CCPU e com o desenvolvimento dos portos. Nos associarmos a este projeto é uma forma de prestarmos uma homenagem nestes 200 anos dos portos”, disse Marco Antonio Bertussi, diretor da empresa.

Para o dirigente, o crescimento da própria companhia está relacionado ao desenvolvimento dos portos. “Os portos brasileiros, e principalmente Santos, possibilitaram ao país chegar aonde chegou, pelo comércio internacional, pelo escoamento dos produtos, começando pelo café, produtos agrícolas, e hoje, automóveis, eletrônicos, produtos grandes como pás de hidroelétricas, e de alta tecnologia. É motivo de muito orgulho para os brasileiros ter os portos completando duzentos anos, pois simboliza o crescimento do País. O fato de a CCPU ser prestadora de serviços que a inserem no contexto de importações e exportações - porque faz o tratamento fitossanitário - não nega que os portos ajudaram no crescimento do país e no crescimento da CPU”, analisou.

A empresa atua no tratamento fitossanitário, ou seja, a esterilização de madeiras de paletes e embalagens, que devem estar livres de quaisquer organismos vivos. Uma pressão internacional pelo cumprimento de normas torna a atividade tão importante quanto as mais sofisticadas. “Com o aumento do comércio internacional aumentou muito a ocorrência de dispersão de pragas, porque utilizam-se embalagens de madeira, e há contêineres e navios que vão de um lugar a outro e que podem levar bactérias ou insetos, causando perdas, prejuízos e uma série de problemas”.

Bertussi cita que em 2005 os EUA gastaram US$ 105 milhões para combater o besouro chinês, uma praga importada. “É um custo muito elevado. É mais barato exigir que o exportador execute o tratamento fitossanitário, a esterilização, antes, do que permitir a inserção de uma praga e ter de correr para controlar. Os países têm exigido muito o cumprimento das normas, principalmente os EUA e na União Européia e Oceania. Estes são os mais exigentes”, revela o empresário. Segundo ele, o Brasil, por ser essencialmente agrícola, com quase 40% do Produto Interno Bruto – PIB ligado ao agronegócio, não pode se dar ao luxo de permitir a entrada de pragas.

200 Anos dos Portos – Um diálogo aprofundado tem apoio da Agência Metropolitana - AGEM, Associação Comercial de Santos, Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados - ABTRA, Fundação Arquivo e Memória – FAMS, Secretarias de Cultura e de Assuntos Portuários da Prefeitura de Santos, www.imagensaereas.com.br, Jornal da Orla, Codesp e Secretaria Especial dos Portos - SEP.